ISS Capitais – Porto Alegre/RS – Acréscimo de receitas

ISS Capitais – Porto Alegre/RS – Acréscimo de receitas

Porto Alegre - Projeto para incremento de arrecadação de ISS


Projeto para adequação e/ou implementação de novo projeto de gestão de ISS das Instituições Financeiras.

Os estudos conduzidos pelo autor baseou-se nos dados disponíveis no arquivo ESTBAN do Banco Central que registram, parcialmente, as operações das Instituições Financeiras no âmbito dos municípios que as abrigam (http://www4.bcb.gov.br/fis/cosif/estban.asp).

Este projeto tem por objetivo avaliar as despesas esperadas para a obtenção do incremental esperado de receitas com o ISS das Instituições Financeiras, conforme estudos do autor deste trabalho, e, em seguida, avaliar a viabilidade econômico financeira da implantação/adequação de projeto visando o incremento de ISS.

Conforme será demonstrado neste trabalho, todos os envolvidos em sua realização, isto é prefeitura, gestores do projeto e fornecedor de sistema, terão ganhos razoáveis, sendo que para o fornecedor de sistema e prefeitura foi avaliado suas respectivas TIR (Taxas Internas de Retorno).

No caso específico da prefeitura, os elevados valores da TIR impulsionam-na em direção a execução deste projeto, tornando-o uma obrigação dos gestores conforme prescreve a LRF (Lei da Responsabilidade Fiscal – Lei 101/2000).

Lei da Responsabilidade Fiscal – LRF (Lei 101/2000)

É regra que o principal objetivo da Lei de Responsabilidade Fiscal, de acordo com o caput do art. 1º, consiste em estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Em seu parágrafo primeiro procura definir o que se entende como “responsabilidade na gestão fiscal”, estabelecendo os seguintes postulados:

• Ação planejada e transparente;

• Prevenção de riscos e correção de desvios que afetem o equilíbrio das contas públicas;

Garantia de equilíbrio nas contas, via cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas, com limites e condições para a renúncia de receita e a geração de despesas com pessoal, seguridade, dívida, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar.

Entende-se por Renuncia de Receita toda ação ou omissão que tenha como consequências a perda de receitas por parte do gestor público, ato enquadrado na LRF e passível de punição.

Esta renúncia pode caracterizar-se pela omissão em fatos presentes e pretéritos sobre os quais incidam a obrigação tributária, portanto, é responsabilidade do gestor público, também, a busca de recursos pretéritos, devidos e não pagos, dos quais venha tomar conhecimento, devendo promover uma ação planejada e respectiva prevenção de riscos para uma adequada administração e gestão de impostos devidos.

Premissas

Tomando por premissas os valores abaixo, o projeto de adequação e aprimoramento da gestão do ISS das Instituições Financeiras nos conduzirá aos valores que serão mostrados após as premissas.

a) Prazo para implantação = 4 meses,

b) Prazo para estabilização do sistema = 9 meses,

c) Prazo para recuperação do ISS não prescrito = 24 meses,

d) Início do efeito da atividade de recuperação = 9 meses,

e) Modernização/adequação de hardware = 150.000,00 R$,

f) Despesas com pessoal técnico e administrativo = 53.926,13 R$/mês,

g) Será considerado um bônus p/ os gestores em  20,00% do acréscimo do ISS incrementado, cabendo, deste;    

      • 70,00% (264.724,80 RS/mês)para o gestor 2, e,

      • 30,00% (113.453,48 R$/mês) para o gestor 1.

Procuramos demonstrar ser possível:

a) Para a prefeitura de Porto Alegre:

Incrementar, para a prefeitura de Porto Alegre, uma receita de ISS variando de 1.512.713,12 a 2.722.883,87 R$/mês, a um custo médio de 321,79 R$/mês/Agencia, resultando numa TIR (Taxa Interna de Retorno) variando de 119,73 a 151,22%,

Despesas visando a implementação de projeto com perspectiva de desembolso financeiro na faixa de 2.979,18 R$/mês/agencia não se justificam perante a expectativa de incremento esperado variando de variando de 1.512.713,12 a 2.722.883,87 R$/mês, pois conduzem a uma TIR de aproximadamente 2,00% ao mês, valor próximo do que daria uma aplicação de títulos públicos.


b) Para os gestores:

• Para o gestor 1, é esperado um acréscimo de Receita líquida variando de 113.453,48 a 204.216,27 R$/mês;

• Para o gestor 2, acréscimo de receita variando de 264.724,28 a 476.504,63 R$/mês.


c) Para os Fiscais
, por produtividade, um adicional de receita variando de 37.593,67 a 90.309,43 R$/mês.

A seguir, o resumo do projeto comparando seus valores mais relevantes de incremento de receita do ISS para as situações sem e com recuperação de ISS ainda não prescritos. Maiores informações podem ser obtidas no documento completo ou em contato com o autor.

Fluxo esperado de arrecadação

Arrecadação esperada do ISS nas capitais

Gráfico da Arrecadação e Incremento do ISS por Banco

Acréscimo ISS
Porto Alegre/RS

Projeto para acréscimo do ISS das Instituições financeiras para Porto Alegre, RS

ISS Capitais- São Paulo/SP

ISS Capitais- São Paulo/SP

Projeto de recuperação do ISS devido para São Paulo - SP


Projeto para adequação e/ou implementação de novo projeto de gestão de ISS das Instituições Financeiras.

Os estudos conduzidos pelo autor baseou-se nos dados disponíveis no arquivo ESTBAN do Banco Central que registram, parcialmente, as operações das Instituições Financeiras no âmbito dos municípios que as abrigam (http://www4.bcb.gov.br/fis/cosif/estban.asp).

Este projeto tem por objetivo avaliar as despesas esperadas para a obtenção do incremental esperado de receitas com o ISS das Instituições Financeiras, conforme estudos do autor deste trabalho, e, em seguida, avaliar a viabilidade econômico financeira da implantação/adequação de projeto visando o incremento de ISS.

Conforme será demonstrado neste trabalho, todos os envolvidos em sua realização, isto é prefeitura, gestores do projeto e fornecedor de sistema, terão ganhos razoáveis, sendo que para o fornecedor de sistema e prefeitura foi avaliado suas respectivas TIR (Taxas Internas de Retorno).

No caso específico da prefeitura, os elevados valores da TIR impulsionam-na em direção a execução deste projeto, tornando-o uma obrigação dos gestores conforme prescreve a LRF (Lei da Responsabilidade Fiscal – Lei 101/2000).

Lei da Responsabilidade Fiscal – LRF (Lei 101/2000)

É regra que o principal objetivo da Lei de Responsabilidade Fiscal, de acordo com o caput do art. 1º, consiste em estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Em seu parágrafo primeiro procura definir o que se entende como “responsabilidade na gestão fiscal”, estabelecendo os seguintes postulados:

• Ação planejada e transparente;

• Prevenção de riscos e correção de desvios que afetem o equilíbrio das contas públicas;

Garantia de equilíbrio nas contas, via cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas, com limites e condições para a renúncia de receita e a geração de despesas com pessoal, seguridade, dívida, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar.

Entende-se por Renuncia de Receita toda ação ou omissão que tenha como consequências a perda de receitas por parte do gestor público, ato enquadrado na LRF e passível de punição.

Esta renúncia pode caracterizar-se pela omissão em fatos presentes e pretéritos sobre os quais incidam a obrigação tributária, portanto, é responsabilidade do gestor público, também, a busca de recursos pretéritos, devidos e não pagos, dos quais venha tomar conhecimento, devendo promover uma ação planejada e respectiva prevenção de riscos para uma adequada administração e gestão de impostos devidos.

Premissas

Tomando por premissas os valores abaixo, o projeto de adequação e aprimoramento da gestão do ISS das Instituições Financeiras nos conduzirá aos valores que serão mostrados após as premissas.

a) Prazo para implantação = 4 meses,

b) Prazo para estabilização do sistema = 9 meses,

c) Prazo para recuperação do ISS não prescrito = 24 meses,

d) Início do efeito da atividade de recuperação = 9 meses,

e) Modernização/adequação de hardware = 200.000,00 R$,

f) Despesas com pessoal técnico e administrativo = 500.000,00 R$/mês,

g) Será considerado um bônus p/ os gestores em  20,00% do acréscimo do ISS incrementado, cabendo, deste;    

      • 80,00 % para o gestor 2, e,

      • 20,00 % para o gestor 1.

Na análise realizada procuramos demonstrar ser possível:

a) Para a prefeitura

• Incrementar, para a prefeitura, uma receita de ISS variando de 6.746.530,6 a 12.143.755,11 R$/mês, a um custo médio de 423,54 R$/mês/Agencia, resultando numa TIR (Taxa Interna de Retorno) variando de 76.882,83 a 355,46%,

• Despesas visando a implementação de projeto com perspectiva de desembolso financeiro na faixa de 1.983,15 R$/mês/agência não se justificam perante a expectativa de incremento esperado variando de variando de 6.746.530,6 a 12.143.755,11 R$/mês, pois conduzem a uma TIR de aproximadamente 2,00 % ao mês, valor próximo do que daria uma aplicação de títulos públicos.


b) Para os gestores:

• Para o gestor 1, é esperado um acréscimo de Receita líquida variando de 337.326,53 a 607.187,76 R$/mês;

• Para o gestor2, acréscimo de receita variando de 1.349.306,12 a 2.428.751,02 R$/mês.


c) Para os Fiscais
, por produtividade, um adicional de receita variando de 232.485,16 a 467.591,53 R$/mês.

A seguir, o resumo do projeto comparando seus valores mais relevantes de incremento de receita do ISS para as situações sem e com recuperação de ISS ainda não prescritos. Maiores informações podem ser obtidas no documento completo ou em contato com o autor.

Resumo do Projeto

Fluxo esperado de arrecadação

Arrecadação esperada do ISS nas capitais

Comparando São Paulo com Belo Horizonte

Gráfico da Arrecadação e Incremento do ISS por Banco

ISS – São Paulo/SP

Análise completa do ISS das Instituições financeiras para São Paulo, SP

ISS Capitais- Florianópolis/SC

ISS Capitais- Florianópolis/SC

Projeto de recuperação do ISS devido para Florianópolis - SC


Projeto para adequação e/ou implementação de novo projeto de gestão de ISS das Instituições Financeiras.

Os estudos conduzidos pelo autor baseou-se nos dados disponíveis no arquivo ESTBAN do Banco Central que registram, parcialmente, as operações das Instituições Financeiras no âmbito dos municípios que as abrigam (http://www4.bcb.gov.br/fis/cosif/estban.asp).

Este projeto tem por objetivo avaliar as despesas esperadas para a obtenção do incremental esperado de receitas com o ISS das Instituições Financeiras, conforme estudos do autor deste trabalho, e, em seguida, avaliar a viabilidade econômico financeira da implantação/adequação de projeto visando o incremento de ISS.

Conforme será demonstrado neste trabalho, todos os envolvidos em sua realização, isto é prefeitura, gestores do projeto e fornecedor de sistema, terão ganhos razoáveis, sendo que para o fornecedor de sistema e prefeitura foi avaliado suas respectivas TIR (Taxas Internas de Retorno).

No caso específico da prefeitura, os elevados valores da TIR impulsionam-na em direção a execução deste projeto, tornando-o uma obrigação dos gestores conforme prescreve a LRF (Lei da Responsabilidade Fiscal – Lei 101/2000).

Lei da Responsabilidade Fiscal – LRF (Lei 101/2000)

É regra que o principal objetivo da Lei de Responsabilidade Fiscal, de acordo com o caput do art. 1º, consiste em estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Em seu parágrafo primeiro procura definir o que se entende como “responsabilidade na gestão fiscal”, estabelecendo os seguintes postulados:

• Ação planejada e transparente;

• Prevenção de riscos e correção de desvios que afetem o equilíbrio das contas públicas;

Garantia de equilíbrio nas contas, via cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas, com limites e condições para a renúncia de receita e a geração de despesas com pessoal, seguridade, dívida, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar.

Entende-se por Renuncia de Receita toda ação ou omissão que tenha como consequências a perda de receitas por parte do gestor público, ato enquadrado na LRF e passível de punição.

Esta renúncia pode caracterizar-se pela omissão em fatos presentes e pretéritos sobre os quais incidam a obrigação tributária, portanto, é responsabilidade do gestor público, também, a busca de recursos pretéritos, devidos e não pagos, dos quais venha tomar conhecimento, devendo promover uma ação planejada e respectiva prevenção de riscos para uma adequada administração e gestão de impostos devidos.

Premissas

Tomando por premissas os valores abaixo, o projeto de adequação e aprimoramento da gestão do ISS das Instituições Financeiras nos conduzirá aos valores que serão mostrados após as premissas.

a) Prazo para implantação = 4 meses,

b) Prazo para estabilização do sistema = 9 meses,

c) Prazo para recuperação do ISS não prescrito = 24 meses,

d) Início do efeito da atividade de recuperação = 9 meses,

e) Modernização/adequação de Hardware = 0 R$/mês,

f) Despesa com pessoal técnico/administrativo = 10.751,00 R$/mês,

g) Será considerado um bônus p/ os gestores em 20,00% do acréscimo do ISS incrementado, cabendo, deste;    

      • 70,00 % para o gestor 2,  ( = 108.554,53 R$/mês ) e,

      • 30,00 % para o gestor 1. ( = 46.523,37 R$/mês )

Na análise realizada procuramos demonstrar ser possível:

a) Para a prefeitura de Florianópolis

• Incrementar, para a prefeitura de Florianópolis, uma receita de ISS variando de 620.311,58 a 1.116.560,84 R$/mês, a um custo médio de 1500,00 R$/mês/Agencia, resultando numa TIR (Taxa Interna de Retorno) variando de 231,828 a 410,154%,

• Despesas visando a implementação de projeto com perspectiva de desembolso financeiro na faixa de 4.448,79 R$/mês/agencia não se justificam perante a expectativa de incremento esperado variando de variando de620.311,58 a 1.116.560,84 R$/mês, pois conduzem a uma TIR de aproximadamente 2,00 % ao mês, valor próximo do que daria uma aplicação de títulos públicos.


b) Para os gestores:

• Para o Gestor1, FNP (Frente Nacional dos Prefeitos), é esperado um acréscimo de Receita líquida variando de 46.523,37 a 83.742,06 R$/mês;

• Para o Gestor2, Governo do Estado, acréscimo de receita variando de 108.554,53 a 195.398,15 R$/mês.


c) Para os Fiscais
, por produtividade, um adicional de receita variando de 28.298,66 a 49.915,43 R$/mês.

A seguir, o resumo do projeto comparando seus valores mais relevantes de incremento de receita do ISS para as situações sem e com recuperação de ISS ainda não prescritos. Maiores informações podem ser obtidas no documento completo ou em contato com o autor.

Resumo do Projeto

Fluxo esperado de arrecadação

Arrecadação esperada do ISS nas capitais

Valores de ISS, esperados, na arrecadação/incremento

ISS – Florianópolis/SC

Análise completa do ISS das Instituições financeiras para Florianópolis, SC

ISS Capitais- Recife/Pernambuco

ISS Capitais- Recife/Pernambuco

Projeto de recuperação do ISS devido para Recife - Pernambuco


Projeto para adequação e/ou implementação de novo projeto de gestão de ISS das Instituições Financeiras.

Os estudos conduzidos pelo autor baseou-se nos dados disponíveis no arquivo ESTBAN do Banco Central que registram, parcialmente, as operações das Instituições Financeiras no âmbito dos municípios que as abrigam (http://www4.bcb.gov.br/fis/cosif/estban.asp).

Este projeto tem por objetivo avaliar as despesas esperadas para a obtenção do incremental esperado de receitas com o ISS das Instituições Financeiras, conforme estudos do autor deste trabalho, e, em seguida, avaliar a viabilidade econômico financeira da implantação/adequação de projeto visando o incremento de ISS.

Conforme será demonstrado neste trabalho, todos os envolvidos em sua realização, isto é prefeitura, gestores do projeto e fornecedor de sistema, terão ganhos razoáveis, sendo que para o fornecedor de sistema e prefeitura foi avaliado suas respectivas TIR (Taxas Internas de Retorno).

No caso específico da prefeitura, os elevados valores da TIR impulsionam-na em direção a execução deste projeto, tornando-o uma obrigação dos gestores conforme prescreve a LRF (Lei da Responsabilidade Fiscal – Lei 101/2000).

Lei da Responsabilidade Fiscal – LRF (Lei 101/2000)

É regra que o principal objetivo da Lei de Responsabilidade Fiscal, de acordo com o caput do art. 1º, consiste em estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Em seu parágrafo primeiro procura definir o que se entende como “responsabilidade na gestão fiscal”, estabelecendo os seguintes postulados:

• Ação planejada e transparente;

• Prevenção de riscos e correção de desvios que afetem o equilíbrio das contas públicas;

Garantia de equilíbrio nas contas, via cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas, com limites e condições para a renúncia de receita e a geração de despesas com pessoal, seguridade, dívida, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar.

Entende-se por Renuncia de Receita toda ação ou omissão que tenha como consequências a perda de receitas por parte do gestor público, ato enquadrado na LRF e passível de punição.

Esta renúncia pode caracterizar-se pela omissão em fatos presentes e pretéritos sobre os quais incidam a obrigação tributária, portanto, é responsabilidade do gestor público, também, a busca de recursos pretéritos, devidos e não pagos, dos quais venha tomar conhecimento, devendo promover uma ação planejada e respectiva prevenção de riscos para uma adequada administração e gestão de impostos devidos.

Premissas

Tomando por premissas os valores abaixo, o projeto de adequação e aprimoramento da gestão do ISS das Instituições Financeiras nos conduzirá aos valores que serão mostrados após as premissas.

a) Prazo para implantação = 4 meses,

b) Prazo para estabilização do sistema = 9 meses,

c) Prazo para recuperação do ISS não prescrito = 24 meses,

d) Início do efeito da atividade de recuperação = 9 meses,

e) Despesa do fornecedor sistema com pessoal = 133.687,42 R$/mês,

f) Despesas de aluguel de imóvel = 12.153,40 R$/mês,

g) Será considerado um bônus p/ os gestores em 15,00% do acréscimo do ISS incrementado, cabendo, deste;    

      • 70,00 % para o gestor 2, e,

      • 30,00 % para o gestor 1.

Na análise realizada procuramos demonstrar ser possível:

a) Para a prefeitura de Recife

• Incrementar, para a prefeitura de Recife, uma receita de ISS variando de 1.244.368,32 a 2.239.862,97 R$/mês, a um custo médio de 1.090,84 R$/mês/Agencia, resultando numa TIR (Taxa Interna de Retorno) variando de 69,79 a 91,70%,

• Despesas visando a implementação de projeto com perspectiva de desembolso financeiro na faixa de 4.164,97 R$/mês/agencia não se justificam perante a expectativa de incremento esperado variando de variando de 1.244.368,32 a 2.239.862,97 R$/mês, pois conduzem a uma TIR de aproximadamente 2,00 % ao mês, valor próximo do que daria uma aplicação de títulos públicos.


b) Para os gestores:

• Para a FNP (Frente Nacional dos Prefeitos), é esperado um acréscimo de Receita líquida variando de 30.434,71 a 54.782,48 R$/mês;

• Para o Governo do Estado, acréscimo de receita variando de 153.716,09 a 276.688,96 R$/mês.


c) Para os Fiscais
, por produtividade, um adicional de receita variando de 45.757,79 a 86.571,30 R$/mês.

A seguir, o resumo do projeto comparando seus valores mais relevantes de incremento de receita do ISS para as situações sem e com recuperação de ISS ainda não prescritos. Maiores informações podem ser obtidas no documento completo ou em contato com o autor.

Resumo do Projeto

Informações contábeis

Analisamos as informações contábeis que as Instituições Financeiras prestaram ao Banco Central relativamente a Recife geramos um estudo de viabilidade econômica para a licença de uso de um software de gestão destas instituições.

Relação das Capitais analisadas

Relação das operações de crédito e similares

Gráfico do ISS estimado pagos pelos banco

ISS – Recife/PE

Análise completa do ISS das Instituições financeiras para Recife, PE

ISS Municipios – Rio Grande

ISS Municipios – Rio Grande

Projeto de recuperação do ISS devido para Rio Grande - RS


Projeto para adequação e/ou implementação de novo projeto de gestão de ISS das Instituições Financeiras.

Os estudos conduzidos pelo autor baseou-se nos dados disponíveis no arquivo ESTBAN do Banco Central que registram, parcialmente, as operações das Instituições Financeiras no âmbito dos municípios que as abrigam (http://www4.bcb.gov.br/fis/cosif/estban.asp).

Este projeto tem por objetivo avaliar as despesas esperadas para a obtenção do incremental esperado de receitas com o ISS das Instituições Financeiras, conforme estudos do autor deste trabalho, e, em seguida, avaliar a viabilidade econômico financeira da implantação/adequação de projeto visando o incremento de ISS.

Conforme será demonstrado neste trabalho, todos os envolvidos em sua realização, isto é prefeitura, gestores do projeto e fornecedor de sistema, terão ganhos razoáveis, sendo que para o fornecedor de sistema e prefeitura foi avaliado suas respectivas TIR (Taxas Internas de Retorno).

No caso específico da prefeitura, os elevados valores da TIR impulsionam-na em direção a execução deste projeto, tornando-o uma obrigação dos gestores conforme prescreve a LRF (Lei da Responsabilidade Fiscal – Lei 101/2000).

Lei da Responsabilidade Fiscal – LRF (Lei 101/2000)

É regra que o principal objetivo da Lei de Responsabilidade Fiscal, de acordo com o caput do art. 1º, consiste em estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Em seu parágrafo primeiro procura definir o que se entende como “responsabilidade na gestão fiscal”, estabelecendo os seguintes postulados:

• Ação planejada e transparente;

• Prevenção de riscos e correção de desvios que afetem o equilíbrio das contas públicas;

Garantia de equilíbrio nas contas, via cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas, com limites e condições para a renúncia de receita e a geração de despesas com pessoal, seguridade, dívida, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em restos a pagar.

Entende-se por Renuncia de Receita toda ação ou omissão que tenha como consequências a perda de receitas por parte do gestor público, ato enquadrado na LRF e passível de punição.

Esta renúncia pode caracterizar-se pela omissão em fatos presentes e pretéritos sobre os quais incidam a obrigação tributária, portanto, é responsabilidade do gestor público, também, a busca de recursos pretéritos, devidos e não pagos, dos quais venha tomar conhecimento, devendo promover uma ação planejada e respectiva prevenção de riscos para uma adequada administração e gestão de impostos devidos.

Premissas

Tomando por premissas os valores abaixo, o projeto de adequação e aprimoramento da gestão do ISS das Instituições Financeiras nos conduzirá aos valores que serão mostrados após as premissas.

a) Prazo para implantação = 4 meses,

b) Prazo para estabilização do sistema = 9 meses,

c) Prazo para recuperação do ISS não prescrito = 24 meses,

d) Início do efeito da atividade de recuperação = 9 meses,

e) Despesa do fornecedor sistema com pessoal = 10.095,15 R$/mês,

f) Despesas de aluguel de imóvel = 1.600,00 R$/mês,

g) Será considerado um bônus p/ os gestores em 15,00% do acréscimo do ISS incrementado, cabendo, deste;    

      • 70,00 % para o gestor 2, e,

      • 30,00 % para o gestor 1.

Na análise realizada procuramos demonstrar ser possível:

a) Para a prefeitura de Rio Grande

• Incrementar, para a prefeitura de Rio Grande, uma receita de ISS variando de 169.404,99 a 304.928,98 R$/mês, a um custo médio de 1.029,02 R$/mês/Agencia, resultando numa TIR (Taxa Interna de Retorno) variando de 256,69 a 259,60%,

• Despesas visando a implementação de projeto com perspectiva de desembolso financeiro na faixa de 7.246,78 R$/mês/agencia não se justificam perante a expectativa de incremento esperado variando de variando de 169.404,99 a 304.928,98 R$/mês, pois conduzem a uma TIR de aproximadamente 2,00 % ao mês, valor próximo do que daria uma aplicação de títulos públicos.


b) Para os gestores:

• Para o gestor 1, é esperado um acréscimo de Receita líquida variando de 8.968,50 a 16.143,30 R$/mês;

• Para o gestor 2, acréscimo de receita variando de 16.143,30 a 37.667,70 R$/mês.


c) Para os Fiscais
, por produtividade, um adicional de receita variando de 14.761,93 a 10.318,17 R$/mês.

A seguir, o resumo do projeto comparando seus valores mais relevantes de incremento de receita do ISS para as situações sem e com recuperação de ISS ainda não prescritos. Maiores informações podem ser obtidas no documento completo ou em contato com o autor.

Resumo do Projeto

Fluxo esperado de arrecadação

Participação dos bancos na arrecadação

Municípios com população entre 100.000 a 200.000 habitantes

ISS – Rio Grande/RS

Análise completa do ISS das Instituições financeiras para Rio Grande, RS

Acesse e leia mais sobre o Livro do ISS das Instituições financeiras e cartões

Acesse e leia mais sobre o Livro do ISS das Instituições financeiras e cartões

Pretendemos levar ao conhecimento da sociedade brasileira e do gestor público o nosso livroISS das Instituições Financeiras e Administradoras de cartões de crédito e débito”. 

 

Neste livro, objetiva-se despertar o leitor para o ISS das Instituições Financeiras, das Administradoras de cartões de crédito e débito e dos estabelecimentos prestadores de serviços que deles se utilização, bem como sugerir uma reforma tributária para os municípios com vista à melhoria de arrecadação tributária vinculada a tais atividades.

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